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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sind-UTE/MG quer reunião com o Governo do Estado para discutir situação dos servidores devido à Lei Complementar 100/2007

 
Sind-UTE/MG quer reunião com o Governo do Estado para discutir situação dos servidores devido à Lei Complementar 100/2007
O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) encaminhou pedido de reunião ao Governo do Estado para discutir a situação dos profissionais da educação diante do ajuizamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 4.876 - proposta pela Procuradoria Geral da República questionando a constitucionalidade do Artigo 7º da Lei Complementar 100/2007.
Segundo a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, o Sindicato fará a defesa da categoria nesta ação. “Por ser uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, a única possibilidade do Sindicato atuar é como “amicus curae”, isto é, ser amigo da corte. Esta situação em que se encontram milhares de profissionais da educação da rede estadual é consequência da postura do Governo do Estado que agiu de forma irresponsável ao propor uma lei que poderia ter a sua constitucionalidade questionada trazendo insegurança a tantas famílias mineiras”.
A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG lembra que, em 2007, a Lei Complementar 100 serviu aos interesses do governo estadual para que ele não precisasse pagar uma dívida milionária de contribuição previdenciária para o INSS. “Isso aconteceu porque o Governador deixou milhares de profissionais da educação contratados sem contribuição previdenciária para o INSS”.
Há um entendimento por parte do Sindicato de que o correto seria ele negociar esta dívida de modo que os profissionais tivessem reconhecido o vínculo previdenciário com o INSS para a sua aposentadoria. “Mas, o governo não pagou a dívida e, por meio da Lei Complementar 100, vinculou todos os contratados ao seu Regime Próprio de Previdência. Era mais barato para o Estado, porque além de não pagar a dívida com o INSS arrecadaria recursos para o seu Regime Próprio de Previdência. Como um Governo de Estado propõe um projeto de lei sabendo da sua inconstitucionalidade expondo milhares de servidores à incerteza e ao abandono?”, questiona.
O Sind-UTE/MG exige que o Governo do Estado inicie imediata negociação com Sindicato para discutir soluções para a situação dos efetivados pela Lei Complementar 100 que ainda estão na ativa e dos servidores já aposentados com base nessa lei e, neste sentido, aguarda o atendimento de seu pedido para uma audiência visando a discussão dessa matéria.
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

8ª Feira de inglês da Escola M. G. Pinto na Barra do Cuieté




 Foi realizada no dia 18 de agosto/12, 8th English’s Fair (8ª Feira de Inglês) na Escola Estadual Maria Garcia Pinto, no distrito de Barra do Cuieté.
O projeto é realizado pelo oitavo ano consecutivo, onde os alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, apresentam danças internacionais no intervalo entre uma apresentação e outra. Os alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, 1º ao 3º do médio e EJA, se apresentaram cantando e dançando as músicas internacionais.



 Cada ano que passa, os alunos e funcionários se dedicam, preparam e investem para que cada projeto a se realizar seja melhor que o anterior, e a cada ano os alunos surpreendem com suas apresentações. Este ano de 2012, foi muito bem ensaiada e divinamente apresentada, onde os participantes puderam reviver sucessos passados, sucessos do momento.

 O evento contou com a ilustríssima presença dos jurados; Inspetora Ivone Bastos, Dr. Homero Bastos, Célio Fonseca, Profº. Janderson. Profª Luzia Santos, Meggy e Peggy, que prestigiaram e avaliaram a apresentação dos alunos.



 Agradecimentos da direção da escola a todos os participantes

Independente da classificação, todos nós somos vitoriosos por prepararmos, executarmos e deslumbrarmos com tanta beleza artística em uma só noite. Agradecemos a todos os alunos que se empenharam e deram o melhor de si para a realização do evento. A todos os funcionários pela dedicação, companheirismo, ajuda mútua e certeza do dever cumprido, o nosso muito obrigado. E o nosso agradecimento em especial ao professor Júlio César Avelino, coordenador do projeto, que com muito amor pelo que faz, muita dedicação ao seu trabalho, vontade em estar se inovando e querendo ver o sucesso dos alunos, desenvolveu um projeto tão significante e bem planejado. Parabéns a você Júlio e a todos da “Família Maria Garcia Pinto”.





 Classificação dos alunos:

6º ao 9º ano do Ensino Fundamental
1º lugar – 8º ano 1
2º lugar – 6º ano 1
3º lugar – 7º ano
4º lugar – 9º ano
5º lugar – 8º ano 2
6º lugar – 6º ano 2

1º ao 3º ano do Ensino Médio e EJA
1º lugar – 3º Período EJA
2º lugar – 3º ano
3º lugar – 2º ano
4º lugar – 1º ano e 1º período EJA




















 http://www.cpnoticia.com.br/modules/news/article.php?storyid=2831

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Título A economia da Água



Bom dia pessoal!
Navegando pela internet a procura de um teatro, encontrei um blog maravilho: meustrabalhospedagogicos.blogspot.com.br,  espero que o dono não se importe, usei em uma das escolas que trabalho que foi um sucesso...Espero que

Personagens:
Gota Torneira
D.Economia
D.Desperdice
Narrador

Torneira entra e diz:
Torneira: -Ai que saudades da minha amiga gota!!!

Entra Dona Desperdice, abre a torneira e diz:
-Não seja por isso!!

D. torneira:
-Mas cadê a gota??

 D Desperdice:
-Não gosto dela!! Gosto muito mais, de água fora, e por falar nisso Dona Torneira, vamos comigo, pois temos muito o que fazer! Tenho que lavar a calçada,  agora,vou tomar banho(la,la la la la)

D torneira:
-Não faça isso!!estou cansada, quero a gota pra falar com ela.

D Desperdice:
-Não, agora não!! Tenho ainda que escovar meus dentes.
Que tal lavar o carro agora?? Bom, vou deixar você descansar, mas daqui há pouco, vou lavar a calçada.  

Dona torneira diz:
Socorro!! Gota!! Cadê você??

Desperdice para pensa e diz:
-Calma!!vou chamá-la.

Desperdice fecha a torneira e diz: -Aí vem ela.

Gota:
-Oi?? Me chamou?

D.torneira:
-Sim, a senhora Desperdice, quer acabar comigo hoje, não para de lavar coisas!!

Gota:
-Vamos conversar a noite toda hoje?

Torneira:
-Sim , sim!

Narrador: Entra a Dona Economia.

Dona economia:
-Olha vocês duas estão muito erradas. Aliás,vocês três.

Narrador : Desperdice se esconde, Dona economia puxa Desperdício e diz:
-Não é dona desperdício?? Você que é a mais velha deveria dar o exemplo. Você sabia que a água é um elemento essencial a vida e que a água potável, não estará mais disponível infinitamente? Ela é um recurso limitado? Olha vocês três serão responsáveis, pela falta de água em nosso planeta sabia?

Torneira:
-Cruz credo, também não precisa exagerar né??

D economia:
-Você que está exagerando D. Torneira, e se você ficar com essa boquinha bem fechada, vai economizar muito mais! Sabe, vamos fazer um trato!!

As três:
-Trato?

D Economia:
-Sim,trato!
A conta da água vai chegar,e cada real a menos,dividiremos entre vocês ok?

D Torneira:
Opa!! Não está mais aqui quem falou! 

D Economia: Vão economizar ou não?

D Desperdice:
-Claro que sim!

Torneira:
-Não está mais aqui quem falou!!

D Desperdice:
É né, então ta bom, fazer o que?

Torneira:
Ok, não abro mais a minha boca, e gota,  não quero mais falar com você anoite toda combinado??  

Gota:
-Ok,combinado!!

 Um mês depois.....
 Narrador: Entra dona economia sorridente e pergunta:
-Gente, tenho boas notícias, esse mês veio a conta e conseguimos economizar R$ 15,00!!

 Torneira:
-E eu consegui fechar minha boca!

Gota:
- E eu dormi a noite toda, isso foi bom para todos nós, e para nosso Planeta também, não é? Sem contar com o dim dim, que vamos dividir entre nós (risos)

D. Economia:
- Que bom que vocês gostaram, vou estar sempre por aqui,e lembrem-se: economia sempre!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Projeto de Ingles 2011

No dia 20 de agosto de 2011, foi realizada a culminância do sétimo projeto da lingua Inglesa, na Escola Estadual Maria Garcia Pinto

com participação de toda a escola, comunidade e escola de outras cidades como - Tumiritinga e Conselheiro Pena.
Todos os anos ha uma espectativa sobre a feira de Ingles. Toda a escola incentivada os alunos para suas apresentações, tanto no canto quanto nas coreografias.
No mês que antecedem o grande evento, por intermédio da diretora Cileia, os professores cedem alguns períodos para que os alunos possam ensaiar em alguns períodos e também, para que haja interdisplina no projeto.

Fica tão animado, que no dia da culminância, alunos se prontificam em ajudar na ornamentação.


Este ano foi marcado para iniciar as 18hs para iniciar as 18 e 30 h. Iniciou pontualmente na quadra da escola.




Como sempre! Show ao vivo sempre tem um probleminha com o som, mas tudo bem!





A abertura do projeto iniciou com um teatro e em seguida começaram as apresentações de cada turma.


A música, especificamente, estimula o aprendizado e tem o poder de despertar a criatividade e a atividade da criaça e adolescentes. Ela auxilia no desenvolvimento de suas potencialidades, ajudando-a a usar o próprio corpo como meio de comunicação e expressão. A partir dela, podem-se alcançar diversos objetivos como: a melhoria da linguagem, da coordenação, da percepção auditiva, rítmica, das orientações temporal e espacial, do equilíbrio e, principalmente, da comunicação. O ritmo das canções induz as crianças e aos adolescenes ao movimento, à maior atividade cerebral, além de despertar nelas o gosto de cantar, dançar e melhorar sua pronuncia na lingua Inglesa e tem o poder de acelerar o seu desenvolvimento educacional.


O aluno aprende mais em matéria de leitura quando ele é mais ativo em todos os seus estilos de atuação em diferentes linguagens, com variados objetivos. A prática educativa associada à linguagem musical apresenta maior significação para o desenvolvimento da cognição e a interação entre as turmas



A música deve ser explorada de todas as formas, por inteiro, desde a sonoridade até a letra. Isso facilita o processo de educar a criança, pois desenvolve o seu senso crítico, e ela passa a ter uma visão inteira, completa, da realidade. A música traduz muita coisa, ela é carregada de emoção, e não de razão. O homem só chega aonde os sentimentos o levarem (Airton, p. 46, 2003).